Os
efeitos variam conforme a pessoa, considerando seu estado psicológico
momentâneo e o contexto físico em que se insere (ambiente), podendo ser agradáveis
ou muito desagradáveis. O LSD pode provocar ilusões, alucinações (auditivas e
visuais), grande sensibilidade sensorial (cores mais brilhantes, percepção de
sons imperceptíveis), experiências místicas, flashbacks, paranóia, alteração da
noção temporal e espacial, confusão, pensamento desordenado, perda do controle
emocional, sentimento de bem-estar, euforia alternada com angústia, pânico,
ansiedade, dificuldade de concentração, perturbações da memória, psicose por
“má viagem” (bad trip). Além de todos esses fatores, os efeitos podem ser
divididos em dois grupos:
Físicos: Tremores, aumento da temperatura
corporal, da frequência cardíaca, e da pressão arterial, pupilas dilatadas,
aumento da glicemia, suores, perda de apetite, náuseas, tontura, parestesia
(queimação da pele), boca seca, insônia e convulsão.
Psíquicos: Durante o uso do alucinógeno são
produzidos fenômenos alucinatórios que envolvem alterações nas percepções:
auditivas, visuais, gustativa, olfativa, táctil, perda do limite entre o espaço
e o próprio corpo, despersonalização, sensações de pânico e medo, ou ainda
sinestesias, que é uma confusão de informações sensoriais, delírio, sensações
alternadas e simultâneas de alegria e tristeza, de relaxamento e tensão, e apreensão
constante.
OBS: O uso do LSD poderá tornar-se crônicos que acabará causando:
depressão profunda, surtos de esquizofrenia, reflexos exaltados e perda da
memória.
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